International Association of Public Transportation
15/08/2008
12/08/2008
05/08/2008
Publifunchal ganha concessão de publicidade exterior
in Diário de Notícias
A partir de Agosto, a Publifunchal vai comercializar a publicidade exterior da capital madeirense. A empresa de outdoor do grupo Blandy passa a gerir os mupis e os abrigos do Funchal, actividade anteriormente a cargo da Publiabri. A gestão da concessão surge mais de dois anos depois de ser conhecida a decisão do concurso público aberto pela Câmara Municipal de Funchal - e ao qual concorreram também a Publiabri, Tecnovia, Sep Design, Liberal e Cap -, entretanto objecto de uma providência cautelar por parte da antiga concessionária, explica ao M&P Roberto Passos, director comercial do sector de media do grupo Blandy.A concessão foi atribuída até 2018, estando prevista a renovação anual do contrato até 2028, contemplando, actualmente um circuito de 30 mupis e abrigos perfazendo um total de 232 faces. Anunciantes nacionais e regionais estão no target comercial da empresa que, para dar resposta a este último mercado constituído na sua maioria por pequenas e médias empresas, introduziu a modalidade de “vendas avulso” em ” localizações em espaços privilegiados de muito circulação”, elucida Roberto Passos. Planeada está também a criação de pacotes de media, dando a possibilidade do anunciante, além da presença em outdoor, anunciar nos meios de imprensa, rádio e internet, cujo valor o responsável preferiu não revelar. A partir do final do ano, a empresa irá promover a renovação do mobiliário urbano da cidade (no âmbito do contrato, e durante cinco anos, deverão implementar 24 novos abrigos todos os anos), desenvolver acções de sensibilização a nível ambiental, estando ainda nos planos da Publifunchal avançar para os grandes formatos, adianta Roberto Passos. A conquista da concessão da cidade do Funchal implicou um investimento de 700 mil euros. Quanto a perspectivas de facturação, o responsável afirma que “nesta primeira estamos a ter uma previsão cautelosa, com uma taxa de ocupação de 70%, o que já nos dá uma boa rentabilidade”.
in Meios & Publicidade
30/07/2008
Duarte Afonso - O branding de destinos
Enquanto o branding tem sido aplicado a produtos de consumo há décadas, o conceito estratégico de aplicar o branding a países, cidades e regiões, na realidade apareceu apenas durante meados dos anos 90, de modo a ajudá-los a competir mais eficazmente, num ambiente de marketing cada vez mais competitivo.Nesta era de super-marcas, pode parecer como estranha a noção de considerar uma cidade, estado, região ou país como uma marca. Nós compramos marcas porque gostamos delas, e elas tornam mais fáceis as nossas escolhas.
"Uma marca tem de parecer um amigo". Howard Schultz (Starbucks)
Destinos de todas as dimensões dão por si a competir ferozmente por mais visitantes, por mais investimentos. Os potenciais clientes têm hoje em dia um leque alargado de lugares com mensagens tentadoras, passíveis de escolha.
Desde a Nova Zelândia até ao Canadá, países de todo o globo estão a capitalizar o poder da marca para promover os valores indígenas dos seus respectivos patrimónios, culturas, economias, ambientes, etnias e histórias.Determinar uma identidade nacional genuína, no entanto, não é um processo simples.Os países e as cidades estão a aumentar a sofisticação da sua oferta, competindo em todo o ciclo do turista (notoriedade, motivações, acessibilidade, experiência local) para atrair e fidelizar cada vez mais visitantes. Observa-se um esforço dos vários destinos na realização de eventos mediáticos, no sentido de aumentar os níveis de notoriedade. Este aumento da concorrência faz com que seja importante para os lugares, independentemente da sua dimensão ou composição, diferenciar-se claramente e comunicar aspectos que são relevantes e valorizados. Ao invés da simples publicidade, este esforço centrado na marca deve transmitir uma experiência excepcional, memorável e emocional. Noutras palavras, uma marca de uma cidade, país ou destino turístico não pode ser apenas um logo, mas deve consolidar as características essenciais da identidade individual num núcleo que é a marca. Como parte do processo holístico, a criação de uma marca é a soma dos conjuntos sociais, económicas e culturais, que pode fortalecer ou corrigir percepções de quem é de fora, numa perspectiva de longo prazo e consistente.
O branding de um destino é um domínio da teoria e da prática que visa medir, construir e gerir a reputação desse destino.As marcas com maior notoriedade e empatia entre os consumidores são as que agregam os atributos de qualidade, confiança além de uma forte imagem e poderão ser essas a se destacar no momento da escolha.O grande desafio está então em definirmos porque parâmetros queremos ser conhecidos como destino, como podemos sobressair na “multidão” e, naturalmente, que pensamentos e sentimentos queremos provocar, quando as pessoas são expostas ao nosso nome.
Duarte Vicente Afonso
in dnoticias.pt
ou no site do autor - FreeYourMind
29/07/2008
23/07/2008
18/07/2008
ZON Lusomundo Forum Madeira/Diário Cidade
Resultado de uma acção desenvolvida durante o meu estágio.
_ZON Lusomundo
_IPAM
_Diário Cidade

Outdoor Home Plus
BIC...Phone!
Seguindo a estratégia e visão da marca, este telemóvel dá unicamente para efectuar chamadas, receber e mandar SMS e irá ser vendido no mesmo sítio onde encontra um qualquer produto BIC: papelarias, tabacarias, estações de comboio, aeroportos, etc. Terá o preço de 49€.

05/06/2008
10/05/2008
09/05/2008
Destino: Fajã dos Padres
26/04/2008
22/04/2008
"Madeira deve apostar numa marca e no turismo jovem"

A Madeira e o Funchal devem apostar na criação de uma marca colectiva que permita uma divulgação mais eficaz ao nível exterior. Quem o diz é Carlos Coelho, um dos maiores, senão o maior criador português de marcas de todos os tempos, que recentemente esteve na Madeira a realizar filmagens para um programa transmitido pelo SIC sobre a Madeira.
Uma marca colectiva de uma cidade, de uma Região ou de país, explica, é muito diferente de uma marca comercial. E quer o Funchal, quer a Madeira, reúnem as condições necessárias para a criação de uma marca colectiva. No caso concreto do Funchal a imagem de marca devem ser as flores. "O Funchal representa uma das melhores miscelizações de flores feitas no país. Existem aqui flores de todo o Mundo, do Japão, de África, da Austrália, da África do Sul e até dos Himalaias, como é caso das orquídeas".
Além das flores Carlos Coelho salienta também outros pormenores que tornam o Funchal e a Madeira locais especiais e únicos. "Existe uma sensibilidade particular e pormenores únicos como os táxis se chamarem 'abelhinhas', a noite ser as 'vespas' ou o leite ser 'Estrelícia'". Tudo isto "são grandes valores do Funchal".
Na opinião de Carlos Coelho deve ser "neste quadro de valores" que o Funchal e a Madeira devem apostar. Carlos Coelho reconhece que actualmente "a Madeira, não tanto o Funchal, já é hoje uma marca no Mundo". No entanto, a Região pode tirar mais dividendos se apostar na rentabilização dos seus valores e noutras formas de fazer turismo. " Temos de entender o turismo de várias formas".
Turismo não é só camas
Na "sua primeira geração tínhamos um turismo mais básico. Era visto como a venda de camas". Hoje tudo isso mudou e explica porquê. "O turismo ideal é aquele em que cada noite de dormida representa sete noites antes e sete noites depois de experiências, ou seja, os melhores destinos do Mundo são aqueles que conseguem projectar antes e depois a sua experiência e não apenas a experiência de uma noite".
O sucesso da indústria turística, acrescenta, "está em vender o sonho antes e o depois. A indústria do Turismo não são apenas camas. São também coisas e conteúdos que se consomem antes e depois".
No seu entender, "a Madeira e o Funchal têm todas as condições para o alargamento dessa 'experiência' contando para isso com a sua história". Como? De forma muito simples. "Quem vem aqui são sobretudo europeus e, do meu ponto de vista, um pouco envelhecidos." Isso pode e deve mudar. "Acho que Portugal é bom demais para ser um asilo da Europa".
Idosos afastam os jovens
Carlos Coelho deixa bem claro que não tem nada contra o turismo menos jovem, contudo alerta para alguns perigos do turismo demasiado idoso. "Os idosos têm a tendência em afastar os mais novos, o que é grave." Mais. Por vezes os turistas mais jovens ficam com a ideia de que certos "destinos são para quando tiverem mais de 60 anos".
A Madeira "é capaz de ser o sítio de Portugal mais desenvolvido em termos de indústria turística." Mas não pode ficar parar no tempo. Deve modernizar e apostar noutros. A modernização de que fala passa sobretudo "pela dinamização das tradições. Normalmente coloca-se o passado no passado e o futuro no futuro. Acha-se que não se deve mexer no passado e que o futuro é só para fazer coisas novas".
Na sua óptica as coisas não se devem processar desta forma. "Devemos olhar para o presente e fazer umas boas misturas", explica. "O sucesso de Portugal e da Madeira está em acreditar que a sua tradição é uma mais valia. promover a sua tradição é uma fonte de riqueza". Mais. "Trabalhar a tradição não significa ficar parado no tempo. Significa modernizar as coisas". Esta modernização, esclarece, não representa grandes investimentos, nem rupturas com o passado. É "misturar o antigo com o moderno". Um dos exemplos disso é o "'Café do Museu', um espaço fantástico, onde nos sentimos bem".
Os "jovens não gostam das coisas tradicionais se elas estiveram fechadas no mofo. É preciso despertar consciências" e neste aspecto em particular "temos assistido a despertar muito lento, envergonhado".
Apostar no turismo do surf
Ao contrário do que muitos defendem, Carlos Coelho é da opinião que o surf deve ser uma das apostas da Madeira. "O turismo do surf não vai para hotéis tipo Casino ou Reids. É um turismo prolongado, com estadias de um a dois meses e que aparentemente tem menos poder de compra". Ora, isso não corresponde à verdade. O turismo de surf "compra em sítios alternativos e garante a sustentabilidade desses mesmos sítios, durante períodos mais prolongados. É um turismo que sustenta os 'local business'".
O turismo de surf "não é um turismo de 'pé descalço'", remata.
Óscar de Freitas Branco in dnoticias.pt - 22-04-2008
14/04/2008
12/03/2008
Quem é ZON está ON
Site ZON
"Começa hoje a primeira campanha institucional da Zon Multimedia. Um investimento de 2,5 milhões de euros para um projecto que vai estar nos meios até final de Março
«Quem está ZON está ON». É com esta assinatura com que a ZON Multimedia dá hoje início à sua primeira campanha publicitária institucional, desde que se separou do grupo PT. Concebida pela BBDO, a campanha, que promove quer o novo posicionamento da empresa quer das diferentes marcas que lhe estão associadas, tem como peça central um filme intitulado «Colina Mágica» - um filme mais cinematográfico do que publicitário, refere a empresa - em exibição nos canais generalistas e cabo, que recorre ao universo da fantasia e da magia, ao remeter para uma das motivações da marca «fazer a magia acontecer». Ou seja, proporcionar aos clientes experiências marcantes e diferenciadoras, através da associação das suas várias marcas, ou seja a ZON TV Cabo, ZON Netcabo, ZON Lusomundo e ZON Phone.
Com investimento de 2,5 milhões de euros, esta campanha decorre até ao final do mês, em diferentes suportes, desde imprensa, outdoors, mupis, cinema e internet. Pedro Bidarra, na direcção criativa, Rita Ferreira, na direcção de arte e Marco Pacheco, como redactor, são alguns dos elementos que integram a ficha técnica deste trabalho. À produção do spot televisivo junta-se a ainda o nome do realizador João Nuno Pinto, da Garage. Destaque para as peças de outdoor e de imprensa, que têm a particularidade de exibirem a palavra ZON em múltiplos ecrãs de forma a destacar os vários serviços da empresa. Entretanto, a empresa prepara-se para iniciar o processo de rebranding dos materiais que estão em contacto com o público."
Natividade Simões
BES - "Vendedores"
A direcção da ANECRA: "A ANECRA não pode silenciar-se perante a intromissão dessa instituição bancária nos circuitos do sector automóvel, ao retratar os comerciantes e vendedores de automóveis como pessoas pouco credíveis e denegrindo de forma grosseira a imagem da profissão".
No meu ponto de vista este anúncio está muito bem conseguido e atingiu o target.
Desculpem lá mas será que as entidades "lesadas" já pensaram que poderá ser assim que a maior parte dos portugueses pensa dos vendedores de automóveis???
08/03/2008
Body... Mind... Madeira - Madeira vencedora do festival da ITB Berlim
in dnoticias.pt
05/03/2008
Flying Experiences - Helicóptero e BMW reforçam diferença







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